segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Descobertas novas contaminações por urânio em Caetité, na Bahia

A Secretaria da Saúde da Bahia e o Inga (Instituto de Gestão das Águas e Clima) notificaram na última quinta-feira (21) a Prefeitura de Caetité e a INB (Indústrias Nucleares do Brasil) para suspenderem imediatamente o consumo de água em três pontos onde foi detectada a presença de radioatividade acima do permitido pelo Ministério da Saúde. Dos três locais contaminados, um é utilizado para abastecimento de moradores: um poço no povoado de Barreiro abastece cerca de 15 famílias desde 2007.
A prefeitura está obrigada a garantir o abastecimento alternativo de água para as famílias. A suspensão foi determinada pelo diretor geral do Inga, Julio Rocha, logo após o recebimento dos resultados da última análise de coleta de amostra de água realizada pelo órgão na região de Caetité, que fica no sudoeste da Bahia, no início de dezembro do ano passado.

A descoberta de radioatividade acima dos níveis considerados seguros para humanos em poços na área rural do município, onde está instalada uma mina de urânio operada pela estatal Indústrias Nucleares do Brasil (INB), aconteceu foi confirmada em fins de 2008, graças a um trabalho de análise levado à cabo pelo Greenpeace. Na ocasião, técnicos da ONG encontraram água contaminada em dois poços. O Greenpeace levou os resultados para o Ministério Público Federal, que abriu um inquérito, e para o Instituto de Águas da Bahia (Ingá), que decidiu ampliar o raio de análise da radiotividade encontrada na água da região.

A INB insiste que não tem nada a ver com o problema e que a contaminação na região, por conta da presença do urânio, é natural. Mas a última análise do Ingá, que examinou água em dois ponto dentro da área ocupada pela INB mostra que ambos estão contaminando um aquífero da região. A estatal posa de Pilatos, preferindo lavar as mãos, como se uma eventual origem natural da contaminação a absolvesse de qualquer reponsabilidade em relação à população.

O Greenpeace deslocou essa manhã uma equipe para Caitité para acompanhar a finalização dos trabalhos de análise do Ingá e prestar apoio à população rural local. Nossa presença na região coincide com a visita de técnicos da Agência Internacional de Energia Atômica (AEIA), sediada em Viena, à mina de urânio de Caitité. Num dos pontos analisados pelo Ingá, dentro da área da mina, os níveis de radiação encontrados são 40 vezes superiores aos considerados seguros para seres humanos.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Jardim botânico de Londres anuncia descoberta de 290 novas espécies em 2009

Os biólogos e botânicos do jardim botânico de Londres, o Kew Gardens, anunciaram ter descoberto mais de 290 novas espécies de plantas e fungos no ano de 2009.

Entre as novas espécies, há orquídeas, árvores, fungos minúsculos e até uma nova espécie de maracujá da Amazônia.

As espécies, classificadas pelos botânicos do Kew Gardens, se somam às cerca de 2.000 novas espécies vegetais descobertas e classificadas a cada ano.

As novas espécies vêm de vários países e sua classificação resulta da colaboração entre a equipe do Kew Gardens e biólogos e botânicos locais.

"Essas novas descobertas destacam o fato de que há muito do mundo das plantas a ser descoberto e documentado. Sem saber o que existe e onde ocorre, não temos nenhuma base científica para uma conservação efetiva", disse Stephen Hopper, diretor do Kew Gardens.

"É vital que essas áreas da ciência botânica sejam adequadamente financiadas e apoiadas." (Fonte: Folha Online)

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Paraíso Perdido: Bali ameaçado pelas mudanças climáticas, afirma WWF

As lindas paisagens da ilha de Bali não devem iludir os participantes das Negociações Internacionais de Clima. O paraíso está ameaçado pelas elevações dos níveis do mar, aquecimento dos oceanos e aumentos dos eventos climáticos extremos.

O WWF afirma que as nações desenvolvidas devem liderar os esforços internacionais e assumir uma maior responsabilidade perante as necessidades de redução das emissões de gases de efeito estufa. Recursos financeiros deverão ser levantados para ajudar os países em desenvolvimento a se adaptarem frente às futuras alterações climáticas.

Citação
“Os impactos devastadores das mudanças climáticas atingirão todos os países. Entretanto, no curto prazo, aqueles mais vulneráveis e menos responsáveis pelo problema, os países em desenvolvimento, serão os mais afetados”, afirma Hans Verolms, Diretor do Programa Global de Mudanças Climáticas da Rede WWF.
“As áreas de maior risco serão os grandes deltas, como em Bangladesh, ameaçados de fortes inundações e as regiões áridas da Ásia e África – a reunião em Bali representa uma breve oportunidade para as lideranças mundiais concordarem com reduções significativas de CO2.”

(Mais sôbre o assunto no site:http://www.wwf.org.br/informacoes/noticias_meio_ambiente_e_natureza/?10800)

terça-feira, 10 de novembro de 2009

País ameaçado de inundação por causa do aquecimento critica países ricos

O presidente das Maldivas, país localizado no Oceano Índico e que teme ser inundado por causa do contínuo aumento do nível do mar, criticou os países ricos por fazerem pouco para frear as mudanças climáticas.


Mohamed Nasheed afirmou que o dinheiro que está sendo oferecido os países mais vulneráveis é como "chegar a um local em que houve um terremoto com uma pá de lixo e uma vassourinha".


As declarações críticas foram feitas durante uma reunião de dois dias entre os países que correm mais riscos por causa do aquecimento global, realizada na Ilha de Bandos, nas Maldivas.


As críticas abertas aos países membros do G8 vieram do líder de um país com localização tão baixa que um aumento no nível do mar ameaça submergir a maior parte de seu território até 2100.


As Maldivas estão apenas 2.1 metros acima do nível do mar. O governo do país afirma que as ilhas poderão enfrentar um desastre caso o nível do mar aumente.


O presidente Nasheed afirmou que os países ricos prometeram evitar que a temperatura mundial aumente em 2ºC, mas não se comprometeram com os objetivos firmados para alcançar este índice.


Derretimento


Mesmo com o aumento de apenas 2ºC na temperatura, o presidente Nasheed afirma que "perderíamos os recifes de coral... a Groenlândia derreteria, e... meu país estaria no corredor da morte".


"Não posso aceitar isso", acrescentou.


Mohamed Nasheed afirmou no início do ano que seu país vai neutralizar as emissões de carbono dentro de dez anos com o uso de fontes de energia completamente renováveis como a solar e a eólica . As Maldivas querem que os países que participam dessa reunião sigam seu exemplo.


A reunião nas Maldivas contou com a participação de cerca de dez países vulneráveis às mudanças climáticas de várias maneiras - países africanos ameaçados pela desertificação, países montanhosos cujas geleiras estão derretendo, grandes países asiáticos afetados por enchentes e tufões e outras pequenas ilhas com ameaças semelhantes às que as Maldivas enfrentam.


O presidente afirmou ainda que este bloco de países em desenvolvimento poderá mudar o resultado da próxima Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-15) em Copenhague, na Dinamarca, tornando "moralmente difícil" aos países ricos que não tomem providências.

Fonte: http://g1.globo.com

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Arquitetura ecológica no litoral do Piauí, um exemplo de Thothe Ibiapina






Integradas com a Natureza, arquitetura de Thothe se destaca no litoral do Piaui, em Barra Grande. Paredes de terra crua, madeira de reflorestamento, tetos de palha, banheiros a céu aberto, varandas com piso de areia e materiais regionais na decoração. Estas são apenas algumas das criativas soluções que estão sacudindo os conceitos tradicionais da arquitetura na atualidade.

Estes materiais pertencem a um modelo diferente de construir e projetar moradias, em que o mais importante é, além de preservar o conforto interior da obra, respeitar ao máximo a natureza. “Projetar, produzir e consumir de forma consciente contribui para o presente e o futuro do planeta”, afirma Tothe Ibiapina, profissional que há mais de 20 anos trabalha com arquitetura ecológica.

O arquiteto explica que a arquitetura ecológica tem como foco principal o conforto e bem-estar das pessoas através da adaptação da construção ao ambiente local. “Concepção ecológica é a utilização de técnicas, materiais e tecnologias menos agressivas antes, durante e depois da obra. Uma construção planejada para usufruir dos recursos locais e reduzir os impactos ambientais”, esclarece.

Mais do que uma técnica, a construção ecológica é uma questão de conforto. “Utilizamos sempre os recursos tecnológicos quando os naturais não são suficientes”, elucida Tothe. “Mas o interessante é que a construção traga conforto para o usuário, usando o máximo possível dos recursos naturais em iluminação, ventilação e vegetação”, completa.

Presente nos estados do Piauí, Ceará e Bahia, a arquitetura ecológica tem atraído atenções e influenciado novas gerações de arquitetos. “Necessitamos sair dos padrões de repetição e de imitação para construir projetos inovadores e criativos. E a ecologia abre espaço para isso”, alega Tothe que por defender esta idéia é hoje referência para novos profissionais da área.

No vilarejo de Barra Grande é possível identificar grandes exemplos da arquitetura ecológica. “Barra Grande é meu poema. Lá consigo realizar meus sonhos, defender minhas linhas de trabalho, sem muito rebuscado; banheiros com jardins abertos proporcionando contato com o céu, varandas de areia, mais espaços iluminados e ventilados naturalmente. Enfim, meu retorno às origens, sem querer desmerecer outras construções urbanas lindíssimas”, argumenta Tothe.

Para Tothe, a arquitetura ecológica se inicia no processo de conscientização das pessoas. Para conseguir este objetivo, o arquiteto afirma que o primeiro passo é internalizar nos participantes do processo de planejamento, construção e habitação, os conceitos ecológicos. “Não é copiar, mas criar a partir da compreensão dos materiais locais, observando sempre o funcionamento da natureza”, assegura.

Pensar o espaço construído só é possível com o entendimento do espaço natural. “Ao contrário do que se imagina a arquitetura ecológica não é um retorno às soluções primitivas, mas sim a conjugação de recursos tecnológicos e naturais, sem ferir o ambiente e sem desperdiçar materiais”, diz.

Essa questão é absolutamente essencial ao trabalho de um arquiteto. Ao entender o que acontece no espaço natural é possível projetar o futuro e medir suas conseqüências. Afinal é no futuro que existe a obra construída, assim como o impacto causado por ela.

Tothe Ibiapina nasceu em Teresina, estudou em Salvador e passou parte de sua vida no Rio de Janeiro. Atualmente residir em Parnaíba,, mas sempre que pode, usa todas as folgas para se refugiar no Vilarejo de Barra Grande. “Descobri a necessidade de trabalhar com os materiais oferecidos pela natureza, quando tive a oportunidade de passar uma temporada no Morro da Mariana – Ilha Grande de Santa Isabel, no fim da década de 70 e, lá convivendo com os nativos despertei para a situação de respeito pelo meio ambiente”, revela o arquiteto.

Seus projetos abrangem desde considerações acerca das condições climáticas até preocupações bem atuais, estratégias de proteção da biodiversidade, paisagismo ecológico e toda gama de trabalhos sobre o impacto do desenvolvimento urbano no ecossistema de uma determinada região.

O poder de conscientização do arquiteto é tão grande que ele divide o sucesso do seu trabalho. “Trabalhos não são somente meus! São dos amigos que acreditam na idéia, da comunidade que aceita conviver comigo e dos meus operários primitivos que, são meus professores”, fala. Uma tecnologia bastante utilizada pelo arquiteto é a taipa, um modo de construção secular e simples, que usa terra crua em vez de tijolos.

“Utilizo devido a sua elevada resistência, beleza e durabilidade”. Neste contexto, a construção de taipa de mão, coberta com palhas, renasce admirada e procurada por pessoas com consciência ambiental. “O mercado e a sociedade em geral estão cada vez mais exigindo dos profissionais uma atitude de maior respeito ao meio ambiente”.

A taipa é uma tecnologia simples que consiste no preenchimento de um entrançado de madeira ou bambu, com terra. “Quando as paredes estão prontas, é só fazer o reboco das paredes e dar uma boa pintura para revelar a beleza”, ensina. “Antes, nos viam como profissionais pitorescos, alternativos. Agora, nosso trabalho está sendo valorizado”, comenta Tothe Ibiapina.

Há por todo o mundo exemplos de construções feitas em taipa, a própria muralha da China, símbolo da solidez, é taipa, serviu a construções no Egito, na Mesopotâmia, há séculos. “A taipa é um material apaixonante. Tem uma nobreza histórica. As reforçadas casas e igrejas coloniais brasileiras foram feitas assim. A casa de taipa nasce do chão, vem da natureza, é construída com o material que está ali”

A arquitetura ecológica demonstra que respeitar a natureza e viver bem é perfeitamente possível. Claro que ninguém terá de morar em uma oca. Na verdade, trata-se de um resgate de técnicas construtivas tradicionais que utilizam materiais feitos basicamente de terra por isso, com praticamente nenhum impacto ambiental.

“Eu não inventei nada! Apenas adaptei o que os índios já usavam. Aproveitei a circunferência, a forma redonda da oca e aperfeiçoei com a tecnologia de usar o pilar no centro para sustentação, usando a engenharia, a física e a matemática para convergência da força. O resultado é uma obra diferente, mas o sentido é um só”.

As técnicas evoluíram e hoje, existem opções diversas de materiais e acabamentos que permitem um visual muito mais arrojado que antigamente além de maior durabilidade.

Basta conhecer melhor os materiais encontrados na natureza para iniciar a prática de arquitetura ecológica. "Existem madeiras que têm resistências naturais e não precisam de químicos.
“Todos os materiais são adequados desde que provenientes de processos sérios de extração de manejo sustentável e processos de transformação de baixo impacto”, observa. “Hoje, o material natural, renovável e biodegradável mais utilizado é a madeira nativa, reflorestada ou exótica, como a ata seca, piquiá e principalmente de eucalipto de reflorestamento”, confirma.

O eucalipto é uma espécie de madeira que vem ganhando cada vez mais adeptos entre os arquitetos. "Ela é ecologicamente correta, porque é uma árvore resultado do reflorestamento. Ou seja, pode ser retirada em menos de 15 anos depois de plantada. Ao contrário de madeiras amazônicas, como o mogno, por exemplo, que atingem a idade adulta só entre 25 e 30 anos", compara o arquiteta. "O melhor é que a exploração do eucalipto poupa espécies ameaçadas de extinção", diz.

Mais informações:
Arquiteto Tothe Ibiapiana: 86 9983 1233 / 86 3322 4032
Assessoria Claudia Bezerra: 86 9930 5336 / 8801 8152

Fonte:www.canalverde.tv

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Bravo Apple



Apple has stormed out of the biggest lobby group in the United States. At issue is the US Chamber of Commerce's use of funds to oppose climate change legislation. Apple has done the right thing, and IBM and Microsoft should think different too.
Read More...
(http://www.greenpeace.org/international/news/apple-leaves-us-chamber-071009)

(A Apple saiu furioso do maior grupo de lobby nos Estados Unidos. At issue is the US Chamber of Commerce's use of funds to oppose climate change legislation. Em causa está a Câmara de Comércio E.U. de utilização de fundos para se oporem à legislação as mudanças climáticas. A Apple fez a coisa certa, a IBM e a Microsoft deveria pensar diferente também).
(http://www.greenpeace.org/international/news/apple-leaves-us-chamber-071009)

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Caramujo africano: problema gigante




Esse é o Achatina fulica , também conhecido como caramujo-gigante africano. Um bicho que acabou ficando famoso por um motivo nada bom: é a espécie vinda de outro país que mais causa danos ao meio ambiente e à agricultura do Brasil, além de ser um possível transmissor de doenças aos seres humanos. “O animal está presente em pelo menos 25 dos 27 estados brasileiros”, conta Fábio Faraco, biólogo especialista em moluscos e analista do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama).

Ele é capaz de colocar cerca de 600 ovos por ano, e, o pior, é assexuado. Ou seja: já que não tem sexo, todos os animais colocam ovos. Além disso, sua alimentação é muito variada, o que facilita ainda mais sua proliferação. Ele se alimenta de quase tudo: flores, folhas, frutos, hortaliças e até de papelão. “Já vi alguns roendo as camadas de tintas com cal em prédios e casas antigas. Isso acontece porque a concha desse molusco é formada por carbonato de cálcio, uma substância química presente nesse tipo de tinta, e que estimula seu crescimento”, conta Fábio.

Além de comer o que aparece pela frente, outra característica que possibilitou ao caramujo-gigante africano ocupar diferentes locais do Brasil é a sua resistência à seca e ao frio. Ele também não precisa de um ambiente específico para viver. Pode ser encontrado em locais de vegetação nativa, como florestas, caatingas e brejos, mas também em áreas cultivadas pelo ser humano, como hortas, pomares, quintais, jardins e até mesmo em terrenos baldios dentro das cidades.

Além disso, o caramujo-gigante africano pode ser portador de diversos parasitas. Embora aqui no Brasil nenhum caso ainda tenha sido relatado, dois vermes já foram encontrados no Achatina fulica : o Angiostrongylus costaricensis e o Angiostrongylus cantonensis . O primeiro causa a doença conhecida como angiostrongilíase abdominal, que provoca fortes dores no abdome, febre, perda do apetite, vômitos, entre outros sintomas, podendo até mesmo levar à morte. Já o outro verme causa a meningite eosinofílica, ao instalar-se no sistema nervoso central do paciente, inflamando as meninges – membrana que envolve o cérebro e a espinha –, o que pode levar à morte.

Fonte: Ciência Hoje

Em Cabo Frio há bairros com infestações desse caramujo,mantenha distância dessa espécie. caso se depare com esse problema , tentar ligar para a SECAF (22) 2643-1017 ou 0800 28 26 120 ou 0800 28 26 027. Conforme o Zel( Cartunista, caricaturista e ilustrador. colaborador com vários jornais da região entre eles Jornal Dois Pontos, Jornal Cidade de Cabo Frio,Jornal O Momento, Lagos Jornal;participei dos programas- RX vinculado na Lagos TV - canal 7 na TV a cabo e atualmente participa do programa Seu lugar no Pódio -no canal 10 - Cabo Frio TV) no seu blog ( 27/09/2009),"Não é de hoje que a cidade sofre com os constantes surtos de caramujos africanos. A Praia das Dunas, com sua vegetação rasteira e abundante é um lar atraente para esse tipo de molusco. A orientação é que as pessoas evitem a área, acontece que os animais estão ocupando as calçadas e torna-se difícil caminhar os correr sem ter que se desviar dos caramujos. A praga é um problema de saúde pública. "Acontece que a Vigilância Sanitária do município não toma providências para acabar de vez com os caramujos africanos, realizando uma espécie de trabalho de pente-fino. E faz apenas uma limpeza muito superficial quando acontece alguma denúncia", é o que diz a dona de casa Maria Estefânia Leite, que mora próximo ao local.".

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Denúncia contra condomínio de luxo em Cabo Frio

O presidente da Comisão Permanente de Defesa Meio-Ambiente da Assembléia Legislativa do Rio (Alerj), André do PV, esteve em Cabo Frio no início do ano para vistoriar as obras de construção do Resort Dunas do Peró. Denúncias encaminhadas à comissão dão conta de que a obra estaria sendo feita de forma irregular, causando danos à restinga da APA do Pau Brasil, onde o empreendimento está sendo construído. André e os técnicos da comissão viram de perto o condomínio, porque existem dúvidas se ele está de acordo com as normas do Instituto Estadual do Ambiente (Inea). Segundo moradores, o resíduo da construção estaria sendo jogada na rua e em terrenos baldio. A Lagoa de Araruama também está na mira da comissão, que vai aproveitar a vistoria, na região dos Lagos, para saber como anda a situação de ocupações irregulares ao longo da Faixa Marginal de Proteção da lagoaFonte: O Globo- Blog Verde

Incêndio destrói vegetação da Apa do Pau-Brasil, na Região dos Lagos

RIO - Uma perícia, feita por técnicos do Inea e do Corpo de Bombeiro, vai esclarecer nesta terça-feira se foi criminoso o incêndio que destruiu a vegetação de restinga de uma área de cerca de 200 mil metros quadrados na Área de Proteção Ambiental (Apa) do Pau-Brasil, na Estrada do Guriri, entre Cabo Frio e Búzios, junto às Dunas do Peró. O incêndio, que começou na tarde de domingo, foi controlado no fim da tarde desta seggunda-feira. Os Bombeiros de Cabo Frio que atuaram no combate ao fogo suspeitam que o incêndio tenha sido criminoso. O local é alvo de invasores.

O incêndio atingiu uma área alagadiça, coberta por taboas e muito procurada por aves migratórias. O vento ajudou a propagar o fogo. Somente nesta terça-feira os dois peritos do Inea vão saber se o incêndio alcançou a área de maior biodiversidade da Apa, onde fica o maior nicho de pau-brasil do estado, bromélias e outras plantas endêmicas (que só ocorrem ali). A Apa foi criada há nove anos, mas somente há menos de um ano ganhou um administrador e um veículo para serviços administrativos e de vistorias.(Paulo Roberto Araújo - O Globo)

Comentário Agente Eco:
É uma vergonha e lastimável que ocorram incêndios criminosos envolvendo áreas preservadas;isso,mostra o tamanho da ignorância ambiental (em tempos de aquecimento global,é inaceitável )e o tamanho que também pode se chegar a mediocridade da raça humana com o descaso de tudo isso.
"Crescei e multiplicai-vos...",isso a raça humana sabe fazer e vai como erva daninha, destruindo até mesmo por meio de burrice,o seu próprio habitat .

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

JBS-Friboi se compromete com o desmatamento zero na Amazônia

Manaus, AM — Em comunicado distribuído hoje ao mercado, a JBS-Friboi comprometeu-se publicamente a não comprar mais gado criado em áreas desmatadas na Amazônia após 23 de setembro de 2009.
A empresa, terceira maior do Brasil e a maior exportadora de produtos bovinos do mundo, disse ainda que irá tirar da sua lista de fornecedores fazendas envolvidas com trabalho escravo, ou flagradas criando gado dentro de Terras Indígenas ou Unidades de Conservação.

“Pelo porte da JBS-Friboi, seu compromisso com o desmatamento zero na Amazônia contribuirá para reduzir a imensa pressão que o setor pecuário exerce sobre floresta, além de forçar seus milhares de fornecedores a cumprir a legislação fundiária e ambiental e a respeitar a biodiversidade e os direitos dos povos indígenas da região” disse Márcio Astrini, da Campanha Amazônia do Greenpeace.

A decisão da empresa inclui a obrigação de, num prazo de seis meses, implantar mecanismos de rastreabilidade baseados no mapeamento da produção do gado e excluir, da sua lista de fornecedores, qualquer fazenda vendedora direta de bois para abate (fazenda de engorda) que tenha desmatado no bioma Amazônia depois de 23 de setembro deste ano. Para as fazendas de cria e recria, que fornecem reses para a engorda, o prazo para a implantação do mesmo sistema de rastreabilidade será de dois anos.

Antes da JBS-Friboi, dois outros grandes frigoríficos brasileiros, Marfrig e Bertin, também tinham assumido o compromisso em favor do desmatamento zero. Na semana passada, a JBS anunciou a sua fusão com a Bertin. As duas empresas, combinadas, tem capacidade para abater 40 mil cabeças de gado por dia no país.

A adesão dos frigoríficos à política pelo fim do desmatamento da Amazônia veio na esteira do relatório do Greenpeace “A Farra do Boi na Amazônia”, mostrando como a pecuária se transformou no principal agente de derrubada da floresta na região Norte do país. Lançado no dia 1º de junho, o relatório mobilizou grandes compradores internacionais de produtos bovinos brasileiros, que deixaram claro para os frigoríficos que não aceitariam trabalhar com fornecedores envolvidos com a devastação da Amazônia.

No Brasil, os principais supermercados, logo depois do lançamento do relatório do Greenpeace, assumiram uma posição em favor do fim do avanço da pecuária sobre a floresta amazônica. Mas até agora, a Associação Brasileira de Supermercados (ABRAS) não firmou um compromisso claro com a política de desmatamento zero. “O anúncio da JBS-Friboi pressiona a ABRAS a se comprometer com o fim do desmatamento da Amazônia”, disse Astrini. “Ela também acelera a modernização do setor agropecuário no país, fortalecendo inclusive a sua capacidade de competição em mercados internacionais. Os frigoríficos e varejistas de menor porte, da mesma forma, serão estimulados a seguir o mesmo acordo, sob pena de ficarem sem ter a quem vender não só lá fora, mas aqui no Brasil também”.
Fonte: Greenpeace Brasil

No Sul, 84 municípios continuam em situação de emergência

Moradores da Região Sul ainda sofrem com os estragos causados pela chuva. Mesmo com o tempo ruim que deverá permanecer até este final de semana, algumas famílias estão voltando para casa e dando início ao processo de limpeza e de reconstrução.

A pior situação ainda é de Santa Catarina. No estado, 50 cidades decretaram situação de emergência desde o fim de semana passada, de acordo com a Defesa Civil. Cem mil pessoas foram atingidas.

Estão sendo distribuídas cestas básicas para as famílias afetadas, além de telhas, lonas, colchões, cobertores e kits de higiene. Voltou a chover no estado e o órgão está em alerta para novas ocorrências de enchente.

O Rio Caí, no Rio Grande do Sul, está acima do nível de alerta e preocupa as autoridades. A recomendação da Defesa Civil é que, por conta da chuva fraca que atinge o estado nesta quinta-feira (1º), os desabrigados aguardem mais alguns dias para voltar para casa. Em todo o mês de setembro, mais de 195 mil pessoas foram afetadas pelas chuvas no estado e 24 cidades continuam em situação de emergência, de acordo com o órgão.

No Paraná, 10 cidades estão em situação de emergência em decorrência das chuvas dos dias 27 e 28 de setembro. A Defesa Civil do estado informa que informa que 3.385 pessoas foram afetadas com o granizo e com o vento que destelhou casas. Destas, 20 continuam em abrigos das prefeituras. Telhas e lonas estão sendo enviadas para os municípios atingidos para que as casas sejam reconstruídas. (Fonte: G1)

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Projeto de universidade catarinense estimula produção de energia solar fotovoltaica

A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), o Instituto para o Desenvolvimento de Energias Alternativas da América Latina (Ideal) e a Eletrosul anunciam hoje (25), às 9 horas o lançamento do projeto Eletrosul Megawatt Solar.

A Eletrosul instalará sobre o edifício principal em sua sede sistemas que vão gerar em média, 1,2 GWh, ao ano. A produção será equivalente à energia consumida no mesmo período em cerca de 400 residências.

Os geradores serão interligados à rede elétrica pública e a energia gerada poderá ser vendida para consumidores livres e interessados em utilizar energia limpa.

O projeto tem como objetivo estimular a produção de energia solar fotovoltaica em prédios públicos federais no Brasil. Os pesquisadores pretendem ainda incentivar a utilização desse tipo de geradores em grandes edificações como aeroportos e em estádios de futebol, tendo em vista a Copa do Mundo de 2014.

Desde fevereiro deste ano o gerador-piloto deste projeto está em funcionamento com a geração de 12 kWp.

Durante o evento será anunciada ainda a aprovação de um financiamento de 2,8 milhões de euros para as atividades e lançado o livro "Energia Eólica para Produção de Energia Elétrica", de autoria do diretor de Engenharia da Eletrosul Ronaldo dos Santos Custódio.
*Com informações da UFSC e Eletrosul.


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25 / 09 / 2009 EXCLUSIVO: Projeto de universidade catarinense estimula produção de energia solar fotovoltaica


Danielle Jordan / AmbienteBrasil

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Coordenadoria de Meio ambiente convoca voluntários para o Dia Mundial de Limpeza da Praia que acontece em 19 de setembro

A Coordenadoria de Meio Ambiente de Cabo Frio, em parceria com o Instituto Aqualung, realizará, no dia 19 de setembro, o Dia Mundial de Limpeza da Praia, evento que se propõe a ir às praias da cidade para coletar micro-lixo (bituca de cigarro, tampinha de garrafa, palito de picolé, etc) e, consequentemente, trabalhar a consciência ambiental dos participantes.
Aos voluntários será fornecida camiseta promocional, luvas e sacola plástica biodegradável para a coleta. Como o número de camisetas é pequeno, é preciso confirmar presença o quanto antes, pois no dia 17, próxima quinta-feira, haverá reunião com o grupo organizador para que sejam definidos os locais e distribuição das camisetas.
Os interessados em participar do evento como voluntário devem entrar em contato com o Professor Luiz Teixeira, na Casa do Educador (2646-4230 / 2644-0385) para informar o local onde pretendem participar e o número aproximado de alunos que levarão.
Haverá grupos em várias praias da cidade, como Praia do Forte, Praia do Siqueira, Praia do Segundo Distrito, Peró, Conchas, entre outras.
Os resíduos serão catalogados e contados ao final do evento. O resultado final da coleta será exposto em banner, na Praia do Forte.

Cabo Frio:MEIO AMBIENTE DIVULGA LOCAIS DE COLETA DE PILHAS E BATERIAS

Essa é uma informação útil e necessária,por isso a questão de colocá-la aqui no blog, parece que a prefeitura de Cabo Frio , embora mergulhada em vergonhosos escândalos de corrupção , se preocupa pelo menos com o bem estar da natureza.

Aqui vai:
"A Secretaria de Meio Ambiente de Cabo Frio completou dois anos do projeto que recolhe pilhas e baterias de celular usadas. Ao longo deste período, um total de 4.000Kg foram recolhidos. Dando continuidade ao pro-jeto e objetivando conscientizar a população sobre a importância da cole-ta seletiva deste tipo de lixo tóxico, a Secretaria divulgou os pontos de coleta em todo o município de Cabo Frio.

Nos bairros do Centro e do Braga, os pontos são os seguintes: Se-cretaria de Turismo, Mercado São Mateus, Academia Corpo e Ação, Padaria Conquista, Prefeitura Municipal, DGM, Deplá, ACIA, Atelier de Costura, Carla Celular, Foto Lagos, Íris 9000 Filmes, Guimen Bazar, Eletro Center, VJR Conserto de Câmeras Fotográficas, Claro RD Celular, SMI Informática, Secretaria de Obras, Secretaria de Promoção Social e Associação de Mora-dores do Braga.

Nos bairros do Jardim Caiçara, São Cristóvão e adjacências os lo-cais são: Horto Municipal, Engeluz, Escola Menino Jesus, Shopping dos Componentes Eletrônicos, Escola Edílson Duarte, RGB Eletrônica, Eletrôni-co Planeta, O Rei das Miudezas, Tel Center, Horto Raízes, SOS Cabo Frio Eletrônica, Foto Lagos, Litoral Celular, JB Armarinho dos Lagos, JL Fotos, Universidade Veiga de Almeida, Faculdade Estácio de Sá e Mercado e Padaria Praia do Foguete.

Já nos bairros do Jardim Esperança, Peró e do distrito de Tamoios, os locais são: Peixaria do Magno, Escola Marly Capp, Mega Sat, Casa e Luz, Foto Oliveira, Universo Celulares, Associação de Moradores de Aqua-rius, Relojoaria Adriana, Foto Esperança, RD Celular e Dormitório das Garças.

As coletas são feitas mensalmente, mas podem ser recolhidas antes se as lixeiras estiverem na sua capacidade, como é o caso das grandes lo-jas que vendem celulares. O material recolhido é armazenado pela Secretaria de Meio Ambiente, transportado pela empresa Koleta, especializada em transporte de resíduos perigosos e colocadas em contêineres em Nova Iguaçu.

A Secretaria de Meio Ambiente pede que as associações, escolas e comércios se cadastrem para servirem de ponto de coleta e informa que qualquer quantidade acima de 3Kg é recolhida em qualquer localidade do município, sendo necessário apenas um cadastro prévio através do número: (22) 2645-3131."

Fonte: http://cidadedecabofrio.blogspot.com/2009/07/meio-ambiente-divulga-locais-de-coleta.html

terça-feira, 8 de setembro de 2009

“Viva Meio Ambiente” leva conscientização ambiental à rede municipal de ensino

MACAÉ [ ABN NEWS ] - A escola municipal Jardim de Infância Arco Íris foi selecionada para participar do programa “Viva Meio Ambiente”, da Concessionária Auto Pista Fluminense. O projeto tem como objetivo desenvolver uma série de ações para a promoção da consciência ambiental em escolas de municípios próximos à BR 101, onde a empresa detém a administração de pedágio. A instituição foi uma das 10 unidades de ensino da região que também participaram de uma capacitação, ocorrida no último dia 20 de agosto. Os educadores iniciarão nos próximos dias o trabalho junto à escola e a comunidade local.

Participam do programa escolas dos municípios Casimiro de Abreu, Campos dos Goytacazes, Carapebus, Itaboraí, Quissamã, Rio Bonito, Silva Jardim, São Gonçalo, Tanguá e Macaé. A Secretaria de Educação indicou o Jardim de Infância Arco Íris uma por se tratar de uma instituição que já possui projetos voltados para a reciclagem e a consciência ambiental. O treinamento contou com a presença de três educadores - Rodrigo Roli, Lilia Gomes Aguiar Garbelini e Cláudia Márcia Tomaz da Rocha, diretora da escola - e um representante da Secretaria de Educação. Cada município adotou o mesmo procedimento, totalizando 40 docentes para o treinamento.

O desenvolvimento do programa será acompanhado por meio de reuniões periódicas entre a equipe da concessionária responsável pelo ‘Viva’ e os coordenadores das escolas participantes, avaliando as metas e os objetivos propostos. No próximo dia 21 eles apresentarão um relatório que abordará o trabalho realizado com os alunos por meio do tema: “O dia da árvore”

A diretora Cláudia Tomaz disse que a proposta do projeto amplia as atividades que a escola já realiza com alunos e a comunidade, oferecendo novas opções de se trabalhar a conscientização ambiental. “Trabalhamos com a reciclagem e a coleta de garrafas pet e as latinhas. Agora abordaremos a preservação do meio ambiente através do trânsito”, explicou.

Durante a capacitação os professores participaram de dinâmicas de grupo referente ao meio ambiente e receberam todo o material pedagógico que será utilizado durante seus trabalhos em sala de aula. Os alunos terão um kit contendo livros e gibis educativos abordando o tema do trânsito, o cuidado do meio ambiente, além do cotidiano do estudante e sua relação com a natureza, a preservação ambiental e o aquecimento global.

Já os docentes utilizarão livros com textos e atividades sobre meio ambiente. “O objetivo é fazer com que as instituições se envolvam inteiramente e, no decorrer do ano letivo, seus educadores continuem a disseminar a informação para todos os públicos, tornando-se multiplicadores da questão ambiental”, informou a coordenadora do Comitê de Responsabilidade Socioambiental da OHL Brasil, Maria de Castro Michielin.

Escolas receberão Kits didáticos e realizarão concurso de frases

As escolas participantes também receberam ainda um ‘Kit Transparência’, com uma série de lâminas sobre proteção dos rios, matas e animais, controle da poluição do ar, do solo e da água, meio ambiente urbano, proteção de recursos hídricos, vegetação e fauna, entre outros. As transparências serão disponibilizadas nas bibliotecas e poderão ser utilizadas em sala de aula pelos professores.

Futuramente a coordenação do projeto promoverá um concurso de frases para os alunos, em que os três primeiros colocados de cada escola serão premiados com medalhas personalizadas. O vencedor do concurso verá a sua frase estampada em um marcador de livros, que será distribuído nas praças de pedágio da concessionária. Também está previsto um plantio de mudas, em comemoração ao Dia da Árvore, com envolvimento das comunidades.

Autopista Fluminense- A concessionária administra desde 15 de fevereiro de 2008 a Rodovia BR-101, entre a divisa dos estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo e a Ponte Rio-Niterói. Ela , juntamente à outras oito concessionárias espalhadas pelo páis, pertence ao sistema OHL Brasil, O trecho administrado na BR-101/RJ liga as cidades de Campos dos Goytacazes, Conceição de Macabu, Quissamã, Carapebus, Macaé, Rio das Ostras, Casimiro de Abreu, Silva Jardim, Rio Bonito, Tanguá, Itaboraí, São Gonçalo e Niterói.(...)

O Viva Meio Ambiente também contará com o apoio do mascote da Autopista Fluminense – o Mico Leão Dourado, espécie em extinção e característica da região. O animal foi escolhido para ser o símbolo ambiental da rodovia e integrará os materiais desenvolvidos pelo programa Viva Meio Ambiente no âmbito da BR-101.

Fontes: www.abn.com.br e www.intelog.net/