sábado, 17 de setembro de 2011
Guepardo 'a flecha amarela'.
'O guepardo (Acinonyx jubatus), também conhecido como chita, lobo-tigre, leopardo-caçador ou onça-africana. Consegue atingir velocidades de 115 a 120 km/h, por curtos períodos de cada vez (ao fim de 400 metros de corrida), sendo o mais rápido de todos os animais terrestres, porém em uma certa ocasião, avistou-se um guepardo que correu atrás de sua presa por 640 metros em 20 segundos, (medidos com um cronômetro), e 73 metros em aproximadamente 2 segundos.'
Estima-se em 250 e que estão listados como criticamente ameaçados de extinção, segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza.
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Fontes: Wikipedia; www.megaarquivo.wordpress.com; Youtube
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
Diabo-da-Tasmânia ( Sarcophilus harrisii )

Fiquei um pouco fora do ar, mas voltando a tona e com algo bem preocupante que é a situacao dos Sarcophilus harrisii, nome cientifico do "diabo (ou demonio) da Tasmânia
Muito conhecido nos desenhos animados Looney Tunes, mas que, segundo o naturalista inglês Terry Nutkins, a imagem passada nos desenhos é distorcida. 'O diabo-da-tasmânia é um marsupial e por trás de seu nome popular, há um mamífero belo, de olhinhos inteligentes e de temperamento tímido.'
Apesar de serem protegidos pelas leis ambientais da Austrália, um mal anda os atingindo impiedosamente. Conhecida como "doença do tumor facial do diabo" ( Devil Facial Tumor Disease) , essa enfermidade é um tipo de câncer e vem terminando com existência desses animais.
Como ocorre: 'Na face do marsupial, nascem tumores que aumentam de tamanho e o impede de se alimentar. Assim, ele acaba morrendo de fome.'
E ainda conforme fontes, ' cientistas procuram pela cura, mas não descobriram o que causa a doença. Sabem, entretanto, que ela é contagiosa entre os diabos-da-tasmânia. Por isso, tentam remover os animais saudáveis para outros lugares. Em algumas áreas da Tasmânia, 83% desses marsupiais estão infectados.'
"Entre as teorias que tentam explicar o rápido surgimento da doença, estão as de que ela teria sido causada por pesticidas ou por um vírus adormecido nos animais." (oglobo.globo.com/ciencia/salvevoceoplaneta)
Mas, uma noticia na Eco4 Planet dessa segunda feira (22 de agosto ) me deixou feliz, li : "Na semana passada, como um sopro de esperança, cinco animais recém nascidos foram apresentados ao mundo. Foi no Zoológico de Queensland, na Austrália. O nascimento é importante para a espécie já que, mesmo antes da doença misteriosa, o animal se encontrava em risco de extinção."
Ainda no site, "Tammy Forge, diretora do Zoo, diz que os animais podem desaparecer completamente do seu habitat natural em até 15 anos e só sobreviverão os que vivem em cativeiros."
Uma luz no fim do tunel com toda certeza e vamos torcer para que seja descuberta o que causa isso.
Fontes: O globo; Wikipedia; educacao.uol.com.br;marsupiais.blogspot.com; eco4planet
(img : http://entretenimento.r7.com)
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Cientistas descobrem espécies inéditas em mar filipino
O estudo, liderado pelo Instituto Oceanográfico Woods Hole, de Massachusetts, em parceria com a revista National Geographic, concluiu que as espécies podem ter sido isoladas por milhões de anos no oceano. A região onde foram encontradas as espécies fica no "triângulo de coral" do Pacífico, entre a Malásia, a Indonésia e as Filipinas.

Espécies podem ter ficado isoladas por milhões de anos no oceano, revela estudo.
Fonte: estadão.com.br
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Filo Echinodermata (Equinodermos)
Anatomia de um ouriço
Os animais equinodermos se assemelham muito com os do Filo Chordata, pois têm um Celoma verdadeiro, e por serem deuterostômios (o orifício embrionário chamado blastóporo origina o ânus).
O seu sistema circulatório é hidrovascular, presente somente nesse filo. Porém também apresentam o sistema hemal e peri-hemal, que são parcialmente ligados ao celoma (cavidade interna do animal). O sistema digestivo é completo, com boca e ânus. Na bolacha-da-praia e ouriços ainda é possível encontrar uma estrutura mastigadora formada por cinco "dentes", chamada de Lanterna de Aristóteles, movidos por músculos.
O Sistema Ambulacrário (locomoção)
A locomoção é o grande diferencial deste filo. Utilizam um sistema chamado Ambulacrário. Esse sistema consiste em a água do mar entrar no corpo do indivíduo, através da placa madrepóritca (uma placa circular com vários poros), e circular em canais (canal pétreo) dentro do corpo.
Cada canal emite numerosas ampolas, das quais partem os pés embulacrários. A água penetra pela placa madrepórica, percorre todo o sistema e é eliminada pelos terminais dos canais radiais. Ao passar pelas ampolas, pode ser compelida (por pressão com os músculos) a entrar nos pés ambulacrários, que se estufam para a frente. Como esses pés possuem ventosas nas extremidades, isso pode permitir ao animal fixar-se num substrato ou reter um alimento. A contração de outros músculos pode devolver a água às ampolas, determinando a retração dos pés ambulacrários.
As classes em que os Equinodermos se dividem são:
- Echinoidea
- Asteroidea
- Ophiuroidea
- Holothuroidea
- Crinoidea
domingo, 26 de abril de 2009
UnB produz seda de aranha em laboratório
A bióloga Betúlia de Morais Souto conseguiu produzir a seda desses animais utilizando as bactérias Escherichia Coli (encontradas na flora intestinal). A descoberta abre espaço para o desenvolvimento de suturas médicas empregadas em cirurgias e coletes à prova de balas, entre outras aplicações. “Poderemos deixá-las mais flexíveis, ou menos, da forma como desejarmos”, explica.
As bactérias funcionam como um importante instrumento para obter o material, uma vez que permitem a fabricação em quantidade controlada. O método evita a criação das aranhas em cativeiro, ambiente de difícil adaptação, além da dificuldade de retirar a seda diretamente do organismo dos animais.
Para chegar ao resultado, foi preciso inserir fragmentos de código genético do aracnídeo na bactéria. O processo, conhecido como tecnologia do DNA recombinante, consiste em enxertar os genes de modo que a estrutura orgânica do microrganismo produza as proteínas, com a multiplicação da E. Coli.Infográfico: Apoena Pinheiro/UnB Agência
FLEXIBILIDADE – O estudo da bióloga segue a mesma linha de outra pesquisa feita na UnB, também com a aranha Nephilengys, mas voltado para a identificação dos genes responsáveis pela produção dos diferentes tipos de sedas e suas características mecânicas, ambos sob orientação do pesquisador Elíbio Rech.
A pesquisa, uma tese de doutorado da cientista Daniela Matias Bittencourt, mostrou que o fio da moldura reúne a característica de esticar até 27,84% da sua dimensão e requerer força de 1 x 105 J kg-1 para se romper.
O kevlar, material usado na indústria aeroespacial, carros de corrida e coletes à prova de balas, extremamente resistente, possui extensabilidade de 5% e requer menos força, 3 X 104 J kg-1, para se partir.
Segundo Daniela, usar as proteínas da teia na indústria é apenas uma questão de tempo. “As qualidades mecânicas da seda são muito impressionantes. Com certeza vai trazer grandes possibilidades de produção de materiais com novas características mecânicas ”, diz.
Além de mais tecnologia para o mercado, Daniela visualiza benefícios à proteção do meio ambiente. “O kevlar vem do petróleo, que não é renovável. Mas se conseguirmos produzir proteínas tão resistentes quanto aquelas feitas em laboratório, teremos qualquer material de forma sustentável.”
PATENTE
- As seqüências utilizadas na transformação genética são responsáveis pela produção da seda. A UnB efetuou um pedido de patente que restringe aos estudiosos da universidade os estudos com esses fragmentos.
- Betúlia utilizou, na sua dissertação de mestrado, a seqüência genética responsável pela produção da seda de uma aranha nativa da Mata Atlântica, a Nephilengys cruentata, reforçando que a biodiversidade brasileira guarda excelentes oportunidades, tanto científicas quanto econômicas.
Aranha mais primitiva também tem seda
As caranguejeiras sempre foram tidas como rudimentares por caçarem no chão, apenas com suas patas. Além disso, seriam menos complexas por ter, ao contrário de outras espécies, apenas uma ou duas glândulas indiferenciadas de fios para fazer o casulo embaixo da terra ou em cima de arvores, com seda e folhas.
Apesar de suas características, essas aranhas terrestres ou arborícolas podem estar no início da cadeia evolutiva que deu origem às aranhas orbiculares, como a Nephilengys, que produzem a teia em orbital.
A pesquisa de Daniela descobriu nas caranguejeiras da floresta Amazônia, a Avicularia juruensis, seqüências referentes a sedas das aranhas que fazem teias. “Encontramos seda que nunca havia sido descrita nesse tipo de aranha”, conta Daniela. Pela primeira vez, esse conhecimento surge na literatura científica.
CONTATO
Betúlia de Morais Souto pelo e-mail betuliasouto@gmail.com.
Daniela Matias de Carvalho Bittencourt e-mail bittencourt@cpafac.embrapa.br, bittencourt.dani@gmal.com.br
Perfil:
Betúlia de Morais Souto é mestre em Biologia Molecular pela Universidade de Brasília (UnB), onde também concluiu a graduação em Ciências Biológicas.
Daniela Matias de Carvalho Bittencourt é doutora e mestre em Biologia Molecular pela Universidade de Brasília (UnB). Graduou-se em Medicina Veterinária pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU). Atualmente é pesquisadora da Embrapa Acre.








