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quinta-feira, 9 de agosto de 2012

o tempo continua se esgotando para Tuvalu

O nome Tuvalu, significa "oito crescendo juntas", devido a quando apenas oito das nove ilhas eram habitadas.Trata-se do quarto menor pais do mundo com ilhas de vegetacao tropical e atois de corais em lagoas azuis, mas atravessa um desastre ambiental. Um arquipélago de ilhas que fica ao nordeste da Austrália e a leste de Nova Guiné, na Oceania.





Conforme denuncia o SITE 
( na integra). Tuvalu é o quarto menor pais do mundo com ilhas de vegetacao tropical e atois de corais em lagoas azuis, mas atravessa um desastre ambiental. Devido a grande procura, as mulheres locais estao levando ao exterminio os corais, com os quais fazem colares e vendem tanto na capital ou para Fiji. Cada colar é vendido por entre 2 e 7 dólares. Alem desse fator , construções como a estrada Funafuti Atoll ( uma estrada bem pavimentada reta leva à ponta norte da Fongafale Islet).

" Eles construíram esta estrada bonita, mas as ervas daninhas  estão crescendo rapidamente, destruindo nossa vegetação nativa."



O que Tuvalu tem feito para evitar os problemas que virão com o aumento da temperatura? O governo está fazendo pesquisas, com a assistência do governo japonês para avaliar se a areia da lagoa de Funafuti (a capital) pode ser retirada para ajudar a elevar a ilha. Mas é provável que esse seja um programa extremamente caro. Tuvalu, sendo um país menos desenvolvido, não tem os recursos financeiros para fazer o trabalho por conta própria.


               Funafuti é a capital do país insular de Tuvalu.
 


Um grupo de nove atóis coralinos. Seu ponto mais alto é 5 m acima do nível do mar. Trata-se de uma monarquia constitucional que faz parte da Commonwealth, ou seja, S.M. Elizabeth II é a chefe de Estado, tem um Governador Geral, mas quem manda mesmo é o primeiro ministro escolhido pelo Parlamento composto de 15 membros.

Tem uma população de 4.492 (dados de 2002), sendo o atol com maior população no país. É uma estreita faixa de terra entre 20 e 400 metros de largura, que circundam uma grande lagoa de 18 km de comprimento e 14 km de largura, com 275 quilômetros quadrados e profundidade máxima de 20m, sendo a maior lagoa do país. Este atol é formado por 33 ilhas que resultam em uma área terrestre de 2,4 quilômetros quadrados, menos de um porcento da área total do atol.
 
Fontes: wikipedia; http://www.e-familynet.com/phpbb/viewtopic.php?p=6275557;



Filme:

Antes do Dilúvio: Tuvalu (Before the Flood: Tuvalu) esse filme descreve a eficiência do modelo de vida moderno ocidental. E mostra ao mesmo tempo o quanto é difícil abrir mão do consumo imediatista em prol de uma duradoura qualidade de vida. Mesmo quando os efeitos negativos estão literalmente diante da própria porta. (Reinos Unidos/França 2004, Documentário, Paul Lindsay, 62 min.)

Faz parte de uma série de filmes Clima.Cultura.Mudança, produzida pelo Instituto Goethe em colaboração com a ECOMOVE International. Tendo como foco as dimensões sociais da mudança climática - o homem como perpetrador, como vítima, mas também como a chave para a resolução dos problemas - a série contém filmes produzidos em diversos países.



Abaixo, Imagens com suas belezas e seus graves problemas: ambientais e sociais.
O vídeo estah em inglês, mas as imagens mostram por si 
A populacao vive  a menos de dois metros  acima do nivel do mar


 'Os efeitos dos níveis dos mares devido ao aquecimento global parece muito distante para a maioria de nós, mas para o povo da pequena nação insular do Pacífico de Tuvalu, a ameaça é mais iminente.
Famílias com aguas nos degraus durante as marés cheias e a elevação do lençol freático interferindo com a produção de alimentos, o tempo está se esgotando rapidamente para a população de Tuvalu.'


E mais sobre Tuvalu como outro video, historia , religiao e suas curiosidades no BLOG TUVALU


Doi ver um paraiso  imergindo tao rapido... Quem sabe, a natureza concluiu que o melhor eh esconde-lo e protege-lo da total degradação humana...



Outras fontes: http://jorambiental.wordpress.com; http://www.filmambiente.com/index.php/158.html;
pesquisas Agente Eco; YouTube;
Fontes de Imagens: Google

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Quando dói no bolso. ( Ciencia Hoje)

Se o aumento de temperaturas, nível do mar e extinção de espécies ainda não mobilizaram alguns para o aquecimento global, é possível que se convençam por outra via: os impactos econômicos que devem vir na cola do fenômeno.

Por: Debora Antunes


O aquecimento global deve prejudicar consideravelmente a economia brasileira. Os impactos que terá sobre a agricultura foi tema do trabalho de doutorado do economista Gustavo Inácio de Moraes, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da Universidade de São Paulo (Esalq/USP).

A partir do atual cenário agrícola do país, ele baseou-se em cálculos matemáticos para prever como as mudanças na temperatura devem afetar as diferentes regiões e suas culturas.

“O estudo mostra que as desigualdades entre regiões vão se acentuar"
“O estudo mostra que as desigualdades entre regiões vão se acentuar, e haverá migração de mão-de-obra para outros estados. Será um êxodo semelhante ao ocorrido no século 19 no Brasil”, avalia o pesquisador, referindo-se ao período de migração associado ao ciclo da borracha no país.

Para realizar o trabalho, Moraes levou em consideração dois cenários previstos para o futuro: um para 2020 e outro para 2070. Ambos foram traçados pela Embrapa com base em dados do Painel Intergovernamental para Mudança Climática (IPCC, na sigla em inglês).

Para o primeiro período, são previstas alterações climáticas mais brandas. Já para 2070, a expectativa é de mudanças drásticas, que deverão provocar maiores adaptações sociais e econômicas.


Plantação de cana-de-açúcar: no estado do Rio de Janeiro, aquecimento inicial poderá até beneficiar a atividade, mas temperaturas altas demais previstas para 2070 devem levar a declínio do setor (foto: Wikimedia Commons/ Simeon – CC BY 3.0).
Impactos
O estudo analisou regiões com culturas de feijão, milho, soja, algodão, arroz, cana-de-açúcar, mandioca e café. Para 2020, os cálculos mostraram que pode haver uma queda de até 4% na atividade econômica do Nordeste. “Os cultivos agrícolas do Centro-Oeste, especificamente nos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, também seriam bastante afetados, principalmente o da soja”, explica o economista.

Já o Sudeste poderia até sair ganhando: o cultivo de cana-de-açúcar seria favorecido pela elevação da temperatura, já que depende de um clima mais quente. A atividade econômica da região teria aumento de 0,83%.

As projeções para 2070 são mais alarmantes. Os prejuízos econômicos no Nordeste foram estimados em 6,13%
As projeções para 2070 são mais alarmantes. No país, a queda no PIB seria de 1,1%. “Considerando-se os preços de 2005, essa diminuição seria equivalente a R$ 26 bilhões”, analisa Moraes.

Os prejuízos econômicos no Nordeste foram estimados em 6,13%. Isso provocaria uma onda de migração da mão-de-obra para estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. O Sudeste, agora, sairia perdendo, uma vez que as temperaturas já estariam altas demais para o cultivo da cana-de-açúcar.

Um estudo semelhante foi realizado em 2008 pela Embrapa [PDF]. Enquanto este fez uma projeção com regiões do país que apresentariam áreas aptas para o cultivo, o trabalho de Moraes se baseia nas áreas agrícolas atuais e nos alimentos cultivados em cada região. A partir desses dados, analisa o comportamento da economia como um todo. O economista foi orientado pelo agrônomo Joaquim Bento de Souza Ferreira Filho Moraes, professor-titular da Esalq/USP.

Moraes acredita que outros setores da economia também serão afetados, como a saúde pública. Ele se refere a estudos que associam as alterações climáticas a um aumento de doenças tropicais. “O redirecionamento de recursos para atender a população vulnerável, predominantemente pobre, será uma necessidade dos futuros orçamentos públicos, agindo para mitigar os efeitos da mudança climática”, diz um trecho do estudo.


As enchentes causadas pelas chuvas no Paquistão: os mesmos bilhões necessários para reconstruir o país poderão ser um gasto necessário no Brasil no futuro (Matloob Ali/ Oxfam – CC BY-NC-ND 2.0).
Prejuízos como no Paquistão?
As enchentes que assolaram o Paquistão nas últimas semanas mostram, segundo Moraes, como pode custar caro a reconstrução de um país – estimado em alguns bilhões de dólares pela ONU.

De acordo com os cálculos feitos pelo economista, o prejuízo do Brasil com o aquecimento global – considerando-se o cenário para 2070 utilizado na tese – demandaria gastos tão elevados quanto o do país asiático.

O prejuízo do Brasil com o aquecimento global demandaria gastos tão elevados quanto o do país asiático
“A ONU estima que os prejuízos possam chegar a US$ 46 bilhões. Não posso relacionar o atual desastre a mudanças climáticas. Mas é possível que o aquecimento global torne esse tipo de ocorrência mais frequente”, considera.

O prejuízo pode não ser apenas nas contas do governo: “A conta pode aumentar não só para os gastos públicos, como também nos investimentos do setor privado, por meio de seguros e reparos”, explica.

O prognóstico parece sombrio, mas o economista acredita que os resultados apontados podem contribuir para um maior engajamento da sociedade em relação ao aquecimento global. “O comprometimento pode aumentar, estimulando pesquisas para diminuir a emissão de gases [poluentes] e a busca por fontes renováveis de energia”, conclui.

sábado, 7 de agosto de 2010

Geleira do tamanho de Manhattan se desprende da Groenlândia - Ciência - Notícia - VEJA.com

Geleira do tamanho de Manhattan se desprende da Groenlândia - Ciência - Notícia - VEJA.com

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Três vezes clima

UMA: reproduzo abaixo os três primeiros parágrafos de comunicado da Agência Fapesp que você pode continuar lendo aqui:

O primeiro quadrimestre de 2010 foi o mais quente já registrado, de acordo com dados de satélite da National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA), dos Estados Unidos.

No Brasil, a situação não foi diferente. Entre 1980 e 2005, as temperaturas máximas medidas no Estado de Pernambuco, por exemplo, subiram 3ºC. Modelos climáticos apontam que, nesse ritmo, o número de dias ininterruptos de estiagem irá aumentar e envolver uma faixa que vai do norte do Nordeste do país até o Amapá, na região Amazônica.

Os dados foram apresentados pelo pesquisador Paulo Nobre, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), durante a 62ª Reunião da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) que começou no domingo (25) e vai até a sexta-feira (30), em Natal, no campus da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).

DUAS: Se você lê inglês e não é daqueles que acreditam na possibilidade de uma vasta conspiração do governo dos EUA para impedir o desenvolvimento de países como o Brasil, dê uma olhada nesta página da Administração Nacional de Oceanos e Atmosfera (Noaa) dos EUA. É um bom resumo das MEDIDAS e OBSERVAÇÕES que indicam a ocorrência de uma mudança do clima como consequência da atividade humana.

Reproduzo a seguir o gráfico segundo o qual não parece possível explicar o aumento da temperatura só com base no ciclo de variação da energia solar, um dos "argumentos" preferidos dos negacionistas (malconhecidos como "céticos").





TRÊS: O Estadão está hospedando uma página chamada Isso não é normal que resulta de um projeto com apoio financeiro do Departamento para o Desenvolvimento Internacional (DFID) do governo britânico e apoio do Programa de Comunicação em Mudanças Climáticas da Embaixada Britânica no Brasil. Vale a pena conferir.

(Escrito por Marcelo Leite/:http://cienciaemdia.folha.blog.uol.com.br )

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Paraíso Perdido: Bali ameaçado pelas mudanças climáticas, afirma WWF

As lindas paisagens da ilha de Bali não devem iludir os participantes das Negociações Internacionais de Clima. O paraíso está ameaçado pelas elevações dos níveis do mar, aquecimento dos oceanos e aumentos dos eventos climáticos extremos.

O WWF afirma que as nações desenvolvidas devem liderar os esforços internacionais e assumir uma maior responsabilidade perante as necessidades de redução das emissões de gases de efeito estufa. Recursos financeiros deverão ser levantados para ajudar os países em desenvolvimento a se adaptarem frente às futuras alterações climáticas.

Citação
“Os impactos devastadores das mudanças climáticas atingirão todos os países. Entretanto, no curto prazo, aqueles mais vulneráveis e menos responsáveis pelo problema, os países em desenvolvimento, serão os mais afetados”, afirma Hans Verolms, Diretor do Programa Global de Mudanças Climáticas da Rede WWF.
“As áreas de maior risco serão os grandes deltas, como em Bangladesh, ameaçados de fortes inundações e as regiões áridas da Ásia e África – a reunião em Bali representa uma breve oportunidade para as lideranças mundiais concordarem com reduções significativas de CO2.”

(Mais sôbre o assunto no site:http://www.wwf.org.br/informacoes/noticias_meio_ambiente_e_natureza/?10800)

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Comer menos carne vermelha faz bem ao Meio-Ambiente

'Coma menos carne' (Por Marco Pozzana - Biólogo )
Estudos sobre os ruminantes mostram que eles liberam grande quantidade de gás metano (gás do efeito estufa) no meio ambiente devido à flatulência que a digestão da celulose provoca. Segundo Rajendra Pachauri, cientista da ONU e do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), a produção de carne nas fazendas emite mais gases estufa na atmosfera do que os meios de transporte.
Além disto, a demanda por carnes impulsiona a derrubada de florestas para dar lugar a pastagens. Para piorar o quadro, o carvão vegetal você já deve saber de onde vem. E a queima do carvão também contribui para o aquecimento global.
De qualquer modo, nutricionalmente, não devemos desprezar o valor da carne: é uma boa fonte de ferro e aminoácidos essenciais. Você não precisa fazer como os vegetarianos, mas é aconselhável moderar o consumo das carnes, não ultrapassando a quantidade de 170 gramas/dia, dando preferência à carne magra.
A proposta é global: comam menos carne para reduzir o número de animais nas fazendas.
"A Organização da Agricultura dos Alimentos da Onu (FAO), estima que as emissões diretas da produção de carne emitam cerca de 18% do total de gases estufa do planeta", assegurou Pachauri a "BBC News".
especialistas. Saiba mais


Fonte:http://www.mundoquente.com.br/artigos/coma_menos_carne.htm

quinta-feira, 7 de maio de 2009

07 / 05 / 2009 Aquecimento global ameaça linha de trem que chega ao Tibete

Photos of Qinghai-Tibet Railway - from Golmud to Lhasa(http://www.chinapage.com/road/qinghai-tibet-railroad/photo/photo.html)


O aquecimento global do planeta ameaça a estabilidade da linha de trem que liga a região autônoma do Tibete à Província ocidental de Qinghai, informou a imprensa chinesa nesta quarta-feira (6).

Segundo os especialistas, a linha ferroviária, na qual o governo chinês investiu mais de US$ 143 milhões, está em risco pelo menos durante as próximas quatro décadas.

Esta linha é alvo de críticas dos grupos ambientalistas, que temem que a região tibetana seja ainda mais afetada em seu já frágil equilíbrio ambiental, devido a chegada em massa de viajantes.

"No Tibete, a temperatura subiu 0,32 grau centígrado por década desde 1961", explicou Zheng Guoguang, chefe da Administração de Meteorologia chinesa.

O especialista assegurou que "esta alta é muito maior que a média da temperatura nacional, que sobe entre 0,05 e 0,08 grau centígrado a cada 10 anos".

Além disso, o aumento da temperatura no Tibete superou a média mundial, que é de 0,2 grau centígrado por década.

O planalto tibetano, com uma altitude que beira os 4.000 metros, é uma "lupa" do aquecimento global, assegurou Zheng.

A China prometeu investir US$ 2,190 bilhões nas próximas duas décadas para proteger o meio ambiente na região autônoma. (Fonte: Folha Online e Ambientebrasil)